

Desde 1994, no coração do Tucuruvi. Fogo alto, tempero de vó e a picanha que virou endereço obrigatório da zona norte de São Paulo.




Picanha, linguiça artesanal, coração de frango, arroz, farofa, vinagrete e uma refrescante jarra de suco natural. Feito para compartilhar sem pressa.

Raimundo veio do interior do Ceará em 1988 com uma frigideira, uma caderneta de receitas da mãe e a teimosia de quem entende de fogo. Seis anos depois abriu o balcão da Avenida Guapira — onze banquinhos e uma televisão pequena.
Trinta e um anos e três reformas depois, ainda é ele quem prova o feijão antes de servir. A picanha continua vindo do mesmo açougueiro da Vila Medeiros. O tempero é o mesmo. A pressa, felizmente, também.
Cozinha aberta todos os dias, das 11h às 23h.
300g, arroz, farofa e vinagrete
Aos sábados, com couve e laranja
Filé fresco no leite de coco e dendê
Alho torrado, limão siciliano
Contrafilé, ovo, arroz, fritas e feijão





Já morei em três bairros diferentes e continuo pedindo do Raimundo. A picanha é a mesma de 15 anos atrás — e isso é raro.
Feijoada de sábado virou tradição de família. Meu pai passou pra mim, e eu passo pros meus filhos. Não tem igual.
Peço quase toda sexta pelo WhatsApp. Chega quente, bem embalado, e a comida rende pra dois dias. Ganhou um cliente.